Despertei para a ilustração e deve ter sido mais ou menos isto que a Lucy sentiu quando chegou a Narnia: todo um mundo novo.
Ir à Ilustrarte só serviu para me deixar seduzir mais um pouco, para me encantar por este mundo de interpretação, cor e traços que prescindem de palavras. Entre desenhos detalhados e económicos, explosões de cores e o clássico preto e branco, há tanto para estimular o nosso olhar. Somos levados pelos desenhos.
Ir à Ilustrarte só serviu para me deixar seduzir mais um pouco, para me encantar por este mundo de interpretação, cor e traços que prescindem de palavras. Entre desenhos detalhados e económicos, explosões de cores e o clássico preto e branco, há tanto para estimular o nosso olhar. Somos levados pelos desenhos.
Para além de trabalhos de 50 ilustradores de vários países, há uma grande área dedicada a Serge Bloch, ilustrador francês; os detalhes acima são de trabalhos seus. Para além de ilustrações para livros infantis e para publicidade, podemos ver pequenos vídeos com o seu traço, que basta para contar a história.
Não vos mostro muitas ilustrações para não estragar a experiência, caso queiram lá ir. E podem aproveitar para admirar o Museu da Electricidade, que é tão bonito.
Ouvi esta pérola:
Criança curiosa pergunta à mãe: "Digital? O que é o digital?"
Mãe: "Digital é quando se desenha directamente no computador."
Criança: "Mas isso não tem piada nenhuma!"
Criança sabida, esta.
(Foi a segunda vez que me cruzei com a Frida, neste dia: vi-a também num medalhão de um lindo colar. Mas desta feita estava retratada ao lado do seu homem-sapo.)





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