(Cascais, Março 2016)
Viajar é um pouco isto, não é? Ser confrontada com a imensidão desta Terra e ver-me reconduzida à minha atómica pequenez: sou leve e irrelevante nas suas voltas.
Por cada cidade que visito, há outras tantas que não me esperam.
Por cada pessoa com quem me cruzo, há milhões que ignoram a minha existência.
Mas continuo a querer ler as páginas vivas deste livro infinito. A cada viagem "ganho mundo", como se diz. Não pelo que conheço, mas pela consciência do que ainda me falta caminhar. O mundo abre-se para mim naquilo que dele me é desconhecido: tudo.
Por cada cidade que visito, há outras tantas que não me esperam.
Por cada pessoa com quem me cruzo, há milhões que ignoram a minha existência.
Mas continuo a querer ler as páginas vivas deste livro infinito. A cada viagem "ganho mundo", como se diz. Não pelo que conheço, mas pela consciência do que ainda me falta caminhar. O mundo abre-se para mim naquilo que dele me é desconhecido: tudo.

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